Já não é novidade que o modelo híbrido se assumiu como um dos principais movimentos estruturais no mundo do trabalho. Vários estudos do mundo corporativo convergem ao demonstrar que esta abordagem combina ganhos financeiros com benefícios humanos e organizacionais. Um estudo recente da Universidade de Stanford, que acompanhou mais de 1.600 colaboradores, demonstrou que o
LER MAISA Savills divulgou no seu relatório European Office Value Analysis – Q1 2025 que, no primeiro trimestre de 2025, se observou um movimento inicial de compressão nas prime yields de escritórios em toda a Europa, sinalizando um ponto de viragem após vários trimestres de ajustes nos mercados de capitais. No período indicado, as prime yields
LER MAISA evolução do pipeline de desenvolvimento e da procura por espaços de escritórios em 2025 reflete algumas dinâmicas de mercado condicionadas pela desaceleração do pipeline especulativo, constrangimentos em prazos de entrega e rentabilidade em alta. Segundo dados publicados pela Savills, o volume total de conclusões de escritórios na Europa aumentou 5% em 2024, atingindo 3,8
LER MAISO investimento imobiliário na Alemanha, durante o ano de 2024, subiu 11% face a 2023. Com um volume global transacionado de 33,1 mil milhões de euros, acredita-se que o mercado tenha completado o seu ciclo de correcção registado em 2023. Os dados agora divulgados pela Savills mostram um aumento do investimento imobiliário na Alemanha de
LER MAISQuanto vale o mercado imobiliário? Com certeza já se terá questionado sobre isso e muitos, acredito eu, não têm noção da sua (enorme) dimensão. Na realidade, o imobiliário, enquanto categoria de activo financeiro, só é suplantado pelo mercado de derivados. A infografia do Visual Capitalist é muito interessante e elucidativa. Olhando para o mercado de
LER MAISQuase 6 triliões de dólares em dívida “Uma pipa de massa”! Basicamente, aquilo que poderíamos apelidar relativamente à exposição da banca norte-americana ao imobiliário comercial. Os dados da UBS relativos ao 3º trimestre de 2023 apontam para um total de 5,7 triliões de dólares, dos quais 2,1 triliões respeitam ao segmento de habitação multifamiliar: Os
LER MAISNão deixa de ser curioso que duas das empresas que mais cresceram durante a última pandemia – Microsoft e Zoom – foram as primeiras a pedir aos colaboradores para regressarem ao escritório, depois de verificarem grandes quebras de produtividade e perda de identidade corporativa da parte dos mesmos. Afinal, o escritório não tinha morrido –
LER MAISA pandemia do Covid-19 trouxe uma nova forma de estar no trabalho. Trabalhar à distância, longe do escritório, tornou-se tão comum como qualquer outra actividade diária. Que impacto gerou e o que se passa no mercado de escritórios? O mercado-norte americano Dados recentemente publicados pela Visual Capitalist apontam para uma vacancy rate no mercado de
LER MAISAs figuras 1 e 2 expressam a mesma realidade. A desvalorização exposta na Figura 1, apesar de dramática, não é do preço de uma ação mas de uma obrigação. A Figura 2 reflete a mesma realidade da Figura 1 mas em termos de yield e credit rating. Às yields das obrigações (ou credit spread) corresponde
LER MAISO retorno no mercado imobiliário está em queda. Segundo dados da MSCI, o retorno em activos imobiliários caiu no 3º trimestre de 2022, em consequência de uma subida nas yields. O MSCI Global Quarterly Property Index mostra um ajustamento no retorno em cadeia das carteiras de imobiliário de -0,1% durante o 3º trimestre de 2022.
LER MAISA venda de casas a estrangeiros regista novos máximos em Espanha durante o 1º semestre de 2022. De acordo com dados recentemente divulgados pelos notários espanhóis, foram vendidas 72.987 casas a cidadãos estrangeiros. Comparando com igual período de 2021, regista-se assim um aumento de 53% na venda de casas a estrangeiros em Espanha, atingindo-se novos
LER MAISAs yields das obrigações do tesouro têm subido bastante nas últimas semanas. Que efeito pode provocar no investimento imobiliário? A conjuntura inflacionista dos últimos meses tem levado os Bancos Centrais a subir as suas taxas diretoras, com natural reflexo no custo da dívida. Portugal, naturalmente não escapa a este efeito e tem registado uma subida
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