Durante anos, a Nova Zelândia foi apresentada como um dos casos mais extremos de valorização imobiliária do mundo desenvolvido. Entre 2020 e 2021, os preços das casas dispararam cerca de 40%, impulsionados por taxas de juro historicamente baixas, forte expansão do crédito, estímulos pós-pandemia e uma perceção generalizada de que o imobiliário era o investimento
LER MAIS