• Os Homens do Lixo0

    Como todos naturalmente saberão, a Moddy’s baixou recentemente o rating da dívida pública portuguesa, classificando-a de “lixo”. Se somos “lixo”, acho importante sabermos quem irá varrer e limpar todo este “lixo”, ou seja, quem são os Homens do Lixo. O Jornal Expresso dá-nos uma ajuda para percebermos melhor quem são eles: Apenas uma pequena nota

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  • Insolvências no imobiliário em Portugal0

    Não podia deixar de passar as últimas notícias que têm saído na imprensa sobre pedidos de insolvência em Portugal. No início da semana foi a Imocom a pedir a insolvência, ontem foi o Campo Real. São notícias tristes e preocupantes, resultantes de uma conjuntura já conhecida. Infelizmente, não são nenhuma surpresa. Não tenho especial interesse

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  • Uma Teia de Dívidas0

    Directamente do The New York Times e sem mais comentários… A Itália, realmente, não é um problema menor… Bons negócios (imobiliários)!

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  • Espanha impede short-selling na habitação1

    O Parlamento espanhol rejeitou a implementação de regras que iriam permitir realizar o short-selling de casas, algo muito comum nos Estados Unidos. Na prática, o detentor da hipoteca pode “entregar” a casa ao proprietário ou a alguém interessado por um valor inferior ao montante em dívida, aceitando realizar perdas, algo que não é possível, por

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  • Uma chuva de dinheiro0

    Há dias ouvia nas notícias, num comício do Bloco de Esquerda, o Dr. Francisco Louçã a dizer que iria chover «rrrrrios de dinheiro». (Nota: quando lerem, terão de o fazer com o mesmo som que o Dr. Louçã diz os rrrr’s, senão não tem o mesmo efeito, para além de perder toda a piada). Seriam

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  • A moda dos cocos0

    Cocos. Não, não é fruta. Também não é isso que estão a pensar… mas prometem vir dar que falar… Os coco’s, ou em inglês, contingent convertible bonds, são uma espécie de obrigação convertível mas ligados a um determinado evento que faz com que se convertam em acções. No fundo, é como o nome diz: são

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  • Estratégias com Derivados Imobiliários2

    Numa outra ocasião, falei aqui sobre um novo Fundo que irá investir em derivados imobiliários no Reino Unido, o inProp Fund. Também já tive ocasião de publicar uma newsletter sobre property derivatives. É um assunto que considero importante para o mercado imobiliário e que estará cada vez mais na ordem do dia como forma alternativa

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  • Bancos e Mutuários – afinal de quem é o risco?3

    Lia uma notícia há uns dias no Jornal de Negócios e também no Público que mencionava que um Tribunal em Navarra havia decidido que bastaria a um mutuário de crédito habitação, entregar a sua casa para ver a sua dívida saldada. O enquadramento é muito simples: uma pessoa pediu um empréstimo ao banco – neste

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  • O impacto do crédito e das taxas de juro na habitação em Portugal0

    Neste dia em que comemoramos o nosso 2º aniversário, lançamos o primeiro working paper em Português, com marca Out of the Box, sobre o mercado imobiliário em Portugal. Trata-se de um documento de investigação sobre o impacto do crédito e das taxas de juro na habitação em Portugal. Com este trabalho, procuramos pistas para entender

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  • O que são CDS – Credit Default Swaps?0

    Os CDS – Credit Default Swaps, já falados nas Real Estate & Finance Newsletter nº1 e nº2, são derivados de crédito, contratos de seguro relativos à possibilidade de não reembolso de um crédito, mediante os quais uma das partes – o comprador – paga um prémio ao vendedor que, por sua vez, paga um montante

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  • Derivados Imobiliários0

    Foi lançado o primeiro Fundo de Derivados em Imobiliário, o inProp UK Commercial Property Fund. O Fundo terá um capital para investir na ordem das 50 milhões de libras e será cotado na Bolsa de Valores da Irlanda. Trata-se de um fundo aberto, cotado e não-alavancado, proporcionando uma liquidez mensal. O Fundo estará investido em

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  • Habitação: Taxa Fixa ou Variável? – II0

    De novo de volta ao tema: taxa fixa ou taxa variável? Já numa outra oportunidade, tive oportunidade de falar um pouco sobre as vantagens e desvantagens e concluir que em Portugal, na realidade, não existe uma verdadeira oferta de taxa fixa em Portugal. Com uma excepção: o BBVA. Neste caso, a conclusão é diferente da

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