O País com melhor rentabilidade em investimentos buy-to-let é a… Moldávia! É isso mesmo, Moldávia, com uma yield de 10%. A cidade de Chisinau fica em 1º lugar num ranking publicado pela Global Property Guide. Portugal aparece em 9º lugar neste ranking com uma yield de 5,24%. No fim da lista, aparece o Mónaco com
LER MAIS«Segundo a consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W), no primeiro semestre de 2012 houve um agravamento da performance do mercado de investimento imobiliário português, continuando a refletir a crise financeira que se vive em Portugal. Entre Janeiro e Junho de 2012 foram registados negócios de investimento no setor comercial (excluindo o investimento institucional no
LER MAISDeixo-vos hoje um vídeo da Bloomberg com um pequeno debate entre Kiesel e Shilling sobre o estado actual do mercado residencial norte-americano, e as previsões de cada um. Interessante observar alguns aspectos: – Os mesmos dados levam a interpretações e projecções diferentes de parte a parte. Um acha que é tempo de comprar, outro altura
LER MAISMuitas vezes as pessoas perguntam-me porque Portugal não tem investidores e porque eles não olham para tão boas oportunidades de negócios que nós hoje temos em Terras Lusitanas. Respondo sempre: porque é que algum investidor, no seu perfeito juízo, optaria por investir cá com yields de 8%, quando pode investir em qualquer local do Mundo
LER MAISPor João Nunes,Director-Coordenador de ConsultoriaColliers International — A famosa frase atribuída a Benjamin Franklin parece não ser levada muito a sério em alguns departamentos da administração central e local. De facto é frequente termos prazos de aprovação de projetos imobiliários de oito, dez, doze e mais anos. Já tive conhecimento de um caso em que
LER MAISPor Bruno SilvaAssociate, Head of Property & Asset ManagementCushman & Wakefield —Muito se tem falado sobre a dificuldade de acesso ao financiamento como principal obstáculo à concretização de projectos imobiliários. A Banca tem tido, aliás, a sua quota-parte de responsabilidade nesta crise e é por muitos apontada como o único player com efectiva capacidade para
LER MAISNuma notícia do Finantial Times é referido que existem cada vez mais britânicos que, na impossibilidade de venderem as suas casas, arrendam-nas. Em vez do “movimento natural” de comprar uma casa e arrendá-la, como forma de investimento e/ou poupança, a conjuntura actual mostra-nos um novo tipo de investidores imobiliários, aqueles que não conseguindo vender, tomam
LER MAISParece-me já ser tempo de se tratar o activo imobiliário com mais cuidado e mais profissionalismo. Começa também a ser tempo de termos mais e melhor supervisão no mercado, em todos os aspectos: na avaliação, na mediação, na consultoria. Chega do activo imobiliário ser tratado de forma tão diferente dos activos mobiliários. A este propósito,
LER MAISAqui fica um vídeo com uma entrevista com Warren Buffett, considerado por muitos um dos melhores investidores bolsistas de todos os tempos. As suas cartas de início de ano, aos investidores da Berkshire, são já um clássico e um “must-read” da literatura económica e financeira. Curioso que na sua carta dirigida aos accionistas este início
LER MAISPor Ricardo Pereira inPROP Capital Fund — No início do ano é comum recebermos imensas newsletters/estudos com previsões para a performance das diversas classes de activos em diversas áreas geográficas. Neste ínicio de ano, muitos destes estudos têm tido um tom pouco positivo para a maioria dos investimentos principalmente quando realizados nos países periféricos da
LER MAISDeixo-vos hoje um vídeo com uma breve entrevista da Económico TV a Arnoud Vlak, Director do IPD Holanda. Retenho deste vídeo, 4 condições importantes para afugentar os investidores de buy-to-let: – Congelamento de rendas ou impossibilidade de actualizar as rendas, pelo menos à taxa anual de inflação;– Falta de eficiência dos Tribunais na aplicação da
LER MAISLi a proposta de lei deste Governo sobre o regime do arrendamento urbano. Questões jurídicas à parte, acho que se avançou algo mas esta proposta parece-me ainda um pouco curta. Curta no alcance, curta na ambição mas mais importante, temo que seja curta nos efeitos que venha a produzir no mercado de arrendamento. Mexem-se em
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