“Last but not least”, chegamos à última regra de ouro, já adiantada no nosso artigo anterior: Concentrar esforços na gestão. Um processo de investimento e gestão de uma carteira de buy-to-let tem essencialmente três grandes momentos: aquisição, gestão e alienação. Sobre a aquisição e a alienação já falamos nas 9 regras anteriores, falta agora a
LER MAISHoje deixo-vos um gráfico interessante com a rendibilidade em 2011 de diferentes tipos de activos financeiros. É igualmente curioso verificar que nesta lista não aparece nenhum activo que tenha o imobiliário como subjacente. Por isso, fui procurar os dados do GPR General Index para comparar com todos estes activos. Conclusão? No ano que agora terminou,
LER MAISEstamos já perto do fim, quase a atingir as 10 regras de ouro do buy-to-let. Julgo já termos coberto muitos aspectos e variáveis na decisão de investimento, faltam agora apenas 2 regras adicionais. Concentremo-nos hoje na 9ª regra: Defina uma estratégia de saída. Tomar uma decisão de investimento é tão importante quanto a decisão de
LER MAISHá algumas semanas escrevi sobre a relação entre o imobiliário e a inflação. Será que investir em habitação é mesmo um bom investimento? A valorização do imóvel, supera a inflação? O investimento gera apreciação de capital? Numa pequena entrevista com Robert Shiller, ele aborda estas questões de uma forma muito pragmática. Comprar casa para uso
LER MAISNa vida, tal como no imobiliário, não há coisas infalíveis, logo as 7 regras anteriores não bastarão. Juntando uma oitava regra, é certo que não tornamos os nossos investimentos em buy-to-let infalíveis mas sempre conseguimos precaver-nos um pouco mais. Regra nº8 – Faça análises de sensibilidade E se as coisas não correrem como eu espero?
LER MAISTemos vindo a avançar gradualmente no conhecimento e no processo de tomada de decisão de um investimento em buy-to-let. Começamos apenas com dados de yields, preços e rendas, avançamos depois para o conceito de yield líquida. Hoje vamos introduzir uma variável também ela muito importante: a alavancagem. Regra nº7 – Definir uma alavacangem O conceito
LER MAISO que é o short-selling? Como funciona? De uma forma muito simples, short-selling, ou em Português, “estar curto”, “ficar curto” opõe-se a long-buy, em Português, “estar longo” ou “ficar longo”. Quando um investidor compra um determinado título (acção, obrigação, etc.), diz-se que ele tomou uma posição longa no investimento, o investidor está longo nesse título.
LER MAISO tema da compra vs. arrendamento já aqui muito tem sido discutido. Quais os prós e contras de ambas as soluções, o que deve guiar o decisor e até mesmo um modelo de apoio à decisão aqui foi feito. Hoje deixo-vos dados dos Estados Unidos da América. A imagem em baixo procura mostrar onde é
LER MAISEm inglês, o termo “safe haven” é muito usado para procurar descrever um local ou activo de refúgio em tempos de crise. Onde pode o investidor colocar o seu dinheiro para que este fique seguro de toda esta turbulência? O jornal The Telegraph lista os 10 locais do mundo considerados como “safe havens” para investimento
LER MAISPara leitura desta semana, um artigo conciso de Bill Conerly, procurando antecipar algo no mercado imobiliário norte-americano para 2012-2013. Real Estate Outlook 2012-2013 Bons negócios (imobiliários)!
LER MAISAté agora estivemos sempre a falar em rentabilidades brutas, tendo “desprezado” os custos e o cálculo de rentabilidades líquidas. A verdade é que os custos relacionados com o buy-to-let não são, de todo, desprezíveis, bem pelo contrário. Chegamos assim à 6ª regra de ouro: estimar bem os custos com a propriedade. De memória, um proprietário
LER MAISPor Pedro Valente — No mês passado, tive a felicidade de ser convidado para a inauguração da Pensão Amor no Cais do Sodré. Na mesma semana, passei pelo Lx Factory para visitar uns amigos numa feira de rua que ali acontece aos Domingos. De ambas as vezes, fui confrontado com projectos imobiliários inovadores! A
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