Por Francisco Barros VirgolinoDirector da Proprime — Esta é uma questão que levanta, com toda a certeza, muitas dúvidas nos tempos que correm, em que são já conhecidas medidas e reflexos da descida acentuada do preço do petróleo em Angola. Como se sabe, a economia do país continua bastante alicerçada nas atividades relacionadas com o
LER MAISA valorização do segmento da habitação é uma realidade a nível global. Depois de alguns anos mais complicados, após a crise do subprime, o segmento residencial está finalmente a recuperar. Segundo a Global Property Guide, 31 dos 41 países monitorizados no seu índice observaram subidas no valor da habitação (valores ajustados pela inflação). Europa na
LER MAISEspanha acaba de ultrapassar os Estados Unidos no ranking mensal do site themovechannel.com. Os investidores estrangeiros procuram cada vez mais imóveis para investir em Espanha. Em Fevereiro, o país ganhou mais 33% de potenciais investidores e conta já com quase 10% do total de pesquisas no referido site. O Brasil também esteve em destaque com
LER MAISPor Bruno LoboAdministrador, Avenida CapitalPhD, Columbia University in the City of New York., M.Arch Technical University of Lisbon —O Caso de Earls Court, LondresA capitalização do património público através da promoção imobiliária em parcerias publico-privadas é cada vez mais uma alternativa utilizada pelos governos locais como forma de aumentar as mais-valias que possam ser reinvestidas
LER MAISO imobiliário irlandês parece estar de volta. Depois de um longo período de quedas que durou 5 anos, o sector residencial tem vindo a recuperar. Em Novembro de 2014, o preço das casas na Irlanda disparou 16,2% yoy, segundo dados do Central Statistics Office Ireland. Os dados mais recentes do Eurostat também já vinham mostrando
LER MAISSegundo a CBRE, Londres mantém-se como a cidade mais cara no Mundo para instalação de um escritório. A zona de West End apresenta um custo anual de ocupação próximos dos € 207 por m2 por mês, muito acima da prime rent de Lisboa que rondará os € 19,5 por m2. A lista das cidades mais
LER MAISO mercado imobiliário espanhol, no sector residencial, tem vindo a registar alguma recuperação recentemente, em muito devido ao aumento da procura externa. Segundo o Índice Kyero, os asking prices subiram 7% no 3º trimestre de 2014 e as compras por parte de investidores estrangeiros totalizam já 25% do total do mercado (dados de Setembro de
LER MAISO mercado imobiliário, em particular o segmento da habitação a nível global, mantém a sua tendência de valorização, com a Europa “à cabeça” do pelotão. Segundo o Global Property Guide, 4 dos 5 mercados mais fortes no 3º trimestre de 2014 são europeus: Estónia, Irlanda, UK e Turquia. Além disso, só a Russia e a
LER MAISNum research recente, fundamentalmente prospectivo, sobre o mercado residencial no Reino Unido, a Savills conclui que o mercado irá valorizar um total acumulado de 19,3% nos próximos 5 anos. Nos últimos 10 anos, o mercado residencial britânico foi tudo menos estável. Em termos globais, atingiu a sua maior valorização já em 2014 com uma subida
LER MAISSegundo estatísticas oficiais do País, o sector da habitação valorizou, em termos homólogos, 12,1% no passado mês de Setembro. Já em Agosto, a subida registada havia sido de 11,7%. Se se excluir a cidade de Londres, a subida do mercado baixa para 9,1%, mas mesmo assim um valor bastante elevado. Estes dados oficiais vêm, em
LER MAISPor Bruno LoboAdministrador, Avenida CapitalPhD, Columbia University in the City of New York., M.Arch Technical University of Lisbon — A renovação urbana apresenta desafios e oportunidades para a administração publica e sector imobiliário. O declínio de áreas urbanas é gerado por factores locais e regionais e reflecte-se não só na degradação física de imóveis privados
LER MAISUm estudo recente da Knight Frank mostra um mercado imobiliário europeu actualmente ainda a duas velocidades. Enquanto que países como Turquia, Irlanda, Reino Unido, Estónia e Islândia estão com tendência positiva, já Chipre, Grécia, Eslovénia, Itália e Espanha mantêm uma tendência de queda. A Irlanda foi, aliás, a grande “estrela” deste índice com um enorme
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