Por Francisco Barros VirgolinoDirector da Proprime — Depois de sofrer o impacto da crise financeira internacional, a qual acabou por refletir-se no abrandamento do ritmo de desenvolvimento, o mercado imobiliário Angolanoassiste agora a um novo período de expansão, embora numa conjuntura diferente e com características longe do início da década passada, em que se verificou
LER MAISSegundo um estudo da Knight Frank, o preço das casas de luxo subiu 5% durante o 1º semestre de 2014. As cidades de Jacarta e Dublin estão à cabeça do ranking com as maiores subidas nos últimos 12 meses. Singapura, apesar da última posição, observou uma recuperação de 6,4% nos últimos 3 meses: Bons negócios
LER MAISSegundo um research da Savills, as prime yiels de alguns dos mercados imobiliários europeus estão todas em queda. Os sinais recentes de recuperação económica, aliado às acções levadas a cabo pelo Banco Central Europeu, nomeadamente no corte das taxas de referência, tem levado a um aumento dos preços no imobiliário com consequência na descida das
LER MAISPor Gonçalo Nascimento Rodrigues Out of the Box Main Thinker OTBX, Consultoria em Finanças Imobiliárias, Lda. Managing Director — Correm rumores nos Estados Unidos da América que a Zillow pretende adquirir a Trulia. A Zillow é a líder de mercado norte-americano na produção de informação imobiliária e também o portal imobiliário líder de mercado. A
LER MAISO mercado imobiliário norte-americano, nomeadamente o residencial, tem observado uma forte recuperação nos últimos anos, após as quedas verificadas decorrentes da crise do subprime. O principal índice norte-americano, o S&P Case-Shiller mantém a sua tendência de subida, com os preços a regressar aos valores verificados no início do século. Com mais norte-americanos a arrendar casas, os
LER MAISPor Bruno LoboAdministrador, Avenida CapitalPhD, Columbia University in the City of New York., M.Arch Technical University of Lisbon —No último artigo que aqui escrevi, falei um pouco sobre o ritmo de crescimento de Bogotá e sobre o POT em desenvolvimento. Hoje, proponho discutir um pouco sobre o mesmo. Adiantava que as propostas mais controversas, apresentadas
LER MAISPor Bruno LoboAdministrador, Avenida CapitalPhD, Columbia University in the City of New York., M.Arch Technical University of Lisbon — “You never want a serious crisis to go to waste”. Rahm Emmanuel. Em Bogotá, a capital da Colômbia com cerca de 9 milhões de habitantes, a estabilidade politica e macroeconómica associada a um quadro demográfico favorável
LER MAISPor Gonçalo Nascimento Rodrigues Out of the Box Main Thinker OTBX, Consultoria em Finanças Imobiliárias, Lda. Managing Director — Todos os dias leio notícias, research, análises de diversos mercados imobiliários europeus, todos eles em plena recuperação, uns até próximos de máximos e com receios de novas bolhas imobiliárias. Inglaterra, Alemanha, Portugal, Irlanda, Estónia, até Espanha…
LER MAISO mais recente research da Knight Frank, o Global House Price Index, aponta para uma ligeira redução do ritmo de subida de preços na habitação. Mesmo assim, regista ainda uma valorização de 7,1% no período entre o 1º trimestre de 2013 e 2014. O peso dos Países com subidas superiores a 10% caiu, estando a
LER MAISDepois do FMI ter mencionado que o mercado imobiliário nacional se encontrava subavaliado, vem agora a OCDE, no seu relatório económico, dizer o mesmo. Portugal, juntamente com a Irlanda, Grécia, Japão e Alemanha são uma boa opção de investimento. Já países como Canadá, Reino Unido, Bélgica, Austrália, Nova Zelândia e Noruega, encontram-se sobrevalorizados: Infografia: The
LER MAISOs dados mais recentes do LSL Acadametrics House Price Index mostram a manutenção da tendência de valorização do imobiliário britânico. Os preços das casas no Reino Unido subiram 7,2% no último ano, até Março passado. O preço médio de uma habitação é agora de £ 262.291, uma subida de 1% face a Fevereiro, e 26%
LER MAISAinda há bem pouco tempo, falamos aqui do impacto no imobiliário de um longo período deflacionário no Japão. Vimos que os preços caíram bastante, parecendo só agora, após quase 20 anos, estar a recuperar. E o que aconteceria na Europa se entrássemos num cenário deflacionário de longo prazo? A DTZ, através de um research muito
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