Recentemente, temos visto algumas campanhas de oferta de produtos de crédito habitação de imóveis da banca, ou seja, crédito mal-parado cujas casas foram executadas e ficaram propriedade dos Bancos. É inclusive frequente vermos LTV’s de 100% e spreads competitivos, algo que o “normal” mutuário não conseguirá negociar, com certeza, hoje em dia. Há até quem
LER MAISFica aqui uma pequena súmula das medidas previstas no Orçamento de Estado de 2012 com implicações no mercado imobiliário: – Descida do limite máximo de dedução de despesas com rendas de casa ou prestações de crédito habitação, para 15% das mesmas. O valor do limite, esse, mantém-se (€ 591,00) mas relativamente ao crédito habitação, apenas
LER MAISPor Ricardo Pereira inPROP Capital Fund — Na sequência da Parte I deste artigo, volto ao vosso encontro para finalizar o tema dos preços do imobiliário em Portugal. Outra métrica de valor é a rendibilidade total esperada (apreciação de capital e rendimento ou convenience yield) tendo em consideração o risco subjacente ao investimento. A análise
LER MAISPara esta semana, deixo-vos um artigo publicado no Journal of Property Investment and Finance, escrito por Steve Williams, antigo Presidente do RICS: “What’s it Worth?“ Neste artigo, extenso mas importante, Steve Williams disserta sobre a actividade de avaliação imobiliária, as dificuldades que encontrou ao longo da história e os desafios que agora enfrenta. Boa leitura
LER MAISÉ costume dizer que o imobiliário funciona como um bom hedge para a inflação. Para os mais distraídos ou menos conhecedores, isto significa que o valor de um imóvel reage rapidamente a oscilações na inflação. Sendo assim, um investidor imobiliário está coberto (hedge) relativamente a este custo (inflação) ao deter propriedades. Já em tempos escrevi
LER MAISPor Ricardo Pereira inPROP Capital Fund — «Com base nesta métrica de valor (…) o imobiliário (em Portugal) parece sobre-avaliado em aproximadamente 100%!!!» Desde a crise de crédito ocorrida em 2008 que Portugal (e não só) tem sido alvo de preocupações acrescidas por parte dos credores externos. Se, por um lado, o sector
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