A crise económico-financeira trouxe consigo consequências nefastas para diversos mercados, tendo o do crédito habitação sido particularmente afetado. Foram longos os anos em que as instituições financeiras ficaram repletas de imóveis em decorrência de elevados valores de crédito malparado. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) não mentem: em junho do ano corrente,
LER MAISPreços em baixa, vendas em queda, taxas de juro a subir, Bancos a retrair a concessão de crédito… onde é que eu já vi isto? Veja aqui uma reportagem sobre o estado actual do mercado imobiliário Brasileiro. Bons negócios (imobiliários)!
LER MAISDepois de, em texto anterior, ter analisado as particularidades do regime do “reinvestimento para trás”, abordarei agora duas outras questões cujo tratamento fiscal suscita dificuldades de acesso ao regime do reinvestimento em sede de IRS, as quais foram analisadas por um Tribunal Arbitral instituído junto do Centro de Arbitragem Administrativa no processo n.º 84/2012-T. I
LER MAISDe há uns meses para cá, tem-se tornando costume ler e ouvir que a Banca Portuguesa está a “abrir a torneira do crédito”, numa alusão a um maior relaxamento desta relativamente à concessão de crédito habitação. Nisto, como em tantas outras coisas, normalmente fico na dúvida e, por isso, refugio-me sempre nos números em busca
LER MAISFrequentemente sou questionado sobre a possibilidade de um cliente bancário, num processo de pedido de um crédito habitação, ter direito a ver o relatório de avaliação imobiliária que suporta a decisão do Banco. A minha resposta, desde há muito, é sempre a mesma: claro que sim! Para os leitores menos conhecedores da matéria: sempre que
LER MAISO artigo 10º, nº5, do Código do IRS, prevê uma exclusão de tributação para as mais-valias realizadas quando o sujeito passivo aliena a sua habitação própria e permanente (“imóvel antigo”), desde que utilize o valor de realização resultante dessa venda para adquirir um “imóvel novo”, com o mesmo destino, durante um lapso temporal que vai
LER MAISEm Setembro de 2015, a taxa de juro implícita nos novos contratos de crédito à habitação situou-se em 2,32%, representando uma queda de -26% face à taxa praticada em igual mês de 2014. O spread médio praticado nos novos contratos, tendo por base de cálculo o indexante Euribor a 3 meses, situa-se agora em 2,33%,
LER MAISEm 2002 a então Ministra das Finanças decidiu terminar o benefício fiscal chamado Crédito Bonificado, mediante o qual os jovens com determinados rendimentos usufruíam da chamada Bonificação de juros nos seus empréstimos contraídos para compra de habitação. Este benefício, que podia ir até 44 % do valor dos juros incluído nas prestações bancárias, tinha uma
LER MAISMenos crédito para vender casas Actualmente é necessário 3 vezes menos crédito para se conseguir vender o mesmo número de casas, quando comparado com há 6 anos atrás. Com base nos dados disponibilizados pelo INE e Banco de Portugal, cruzamos o número de casas vendidas desde Janeiro de 2009, com os montantes mensais concedidos em
LER MAISSegundo uma publicação da empresa Básico Homes, em 2014 a grande maioria dos espanhóis (71%) comprou casa para uso próprio, sendo que apenas 11,5% o fez numa óptica de investimento. Os restantes 17,5% compraram uma casa de férias. «O preço médio de uma casa em Espanha, no ano de 2014, situou-se nos € 97.500, tendo
LER MAISO recente aumento dos preços das casas em Portugal pode permitir um reforço de hipotecas? Porquê, como, em que condições? Em teoria, a situação é simples: se num determinado momento, a casa vale 100 e tenho um empréstimo de 80, temos um loan-to-value de 80%. Se num outro momento futuro, a casa valoriza para 120,
LER MAISNos últimos meses temos lido inúmeras notícias sobre o crédito habitação: os Bancos emprestam mais dinheiro, as taxas de juro descem, os Bancos abrem os cordões, o crédito está muito barato, etc., etc., etc. Temos procurado fazer alguns retratos do crédito habitação em Portugal, aqui no blog. Aproveitei o fecho do 1º trimestre e os
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