Já aqui vos deixei as três primeiras regras de ouro do buy-to-let: definir uma rentabilidade objectivo, entender o que a procura pretende e escolher bem a localização. Hoje vou falar-vos da regra nº4: fazer um bom trabalho de campo. Uma vez que já sabemos onde pretendemos investir, é muito importante antes de tomar decisões, conhecer
LER MAISRecentemente, temos visto algumas campanhas de oferta de produtos de crédito habitação de imóveis da banca, ou seja, crédito mal-parado cujas casas foram executadas e ficaram propriedade dos Bancos. É inclusive frequente vermos LTV’s de 100% e spreads competitivos, algo que o “normal” mutuário não conseguirá negociar, com certeza, hoje em dia. Há até quem
LER MAISExiste um “ditado” que diz o seguinte: «se deves 100 mil ao banco, tens um problema; se deves 100 milhões ao banco, o banco tem um problema!». No entanto, parece que não se trata apenas de um ditado ou de um mito urbano, é mesmo verdade! Um estudo levado a cabo pela ForeclosureRadar indica que
LER MAISO Parlamento espanhol rejeitou a implementação de regras que iriam permitir realizar o short-selling de casas, algo muito comum nos Estados Unidos. Na prática, o detentor da hipoteca pode “entregar” a casa ao proprietário ou a alguém interessado por um valor inferior ao montante em dívida, aceitando realizar perdas, algo que não é possível, por
LER MAISHá dias ouvia nas notícias, num comício do Bloco de Esquerda, o Dr. Francisco Louçã a dizer que iria chover «rrrrrios de dinheiro». (Nota: quando lerem, terão de o fazer com o mesmo som que o Dr. Louçã diz os rrrr’s, senão não tem o mesmo efeito, para além de perder toda a piada). Seriam
LER MAISTive acesso ao memorando do FMI que li, com maior enfoque no que ao imobiliário diz respeito. Naturalmente, as principais implicações no mercado imobiliário estão no sector da habitação. Ter casa vai ficar mais caro. O objectivo para o sector da habitação passa por, e transcrevo, «improve households’ access to housing: foster labour mobility; improve
LER MAISÉ notícia de hoje no Diário de Notícias que o FMI pretende aumentar os preços no sector da habitação em Portugal para conter o endividamento das famílias. Ao mesmo tempo, pretendem apostar e dinamizar o mercado de arrendamento. Fico confuso com estas propostas… se os preços aumentam, para a mesma rentabilidade exigida por um investidor,
LER MAISE no seguimento do fantástico artigo do João Fonseca, aproveito e lanço hoje o 2º conteúdo premium do blog. Muito se tem falado sobre comprar ou arrendar: qual a melhor opção, quais as vantagens de lado a lado. Muito tenho ouvido, uma vezes concordo, muitas vezes discordo. Para ajudar à vossa tomada de decisão, deixo-vos
LER MAISPor João FonsecaDirectorÁrea de Fundos de Investimento ImobiliárioOrey Gestão de Activos, SGFIM, SA — Em Portugal, tradicionalmente, sempre se deu preferência à aquisição de casa própria, em detrimento da alternativa do arrendamento. Por razões sobejamente conhecidas, como o congelamento das rendas, ou as dificuldades no despejo de inquilinos, a oferta disponível no mercado de arrendamento
LER MAISLia há dias um pequeno mas interessante press-release do Eurostat no portal da União Europeia que mencionava que na Europa, 1 em cada 6 pessoas vivia numa habitação sobrelotada (relação entre a dimensão do agregado familiar e o nº de assoalhadas em que habitam). Em Portugal, verificava-se em 2009 que 14,1% das pessoas habitavam num
LER MAISLia uma notícia há uns dias no Jornal de Negócios e também no Público que mencionava que um Tribunal em Navarra havia decidido que bastaria a um mutuário de crédito habitação, entregar a sua casa para ver a sua dívida saldada. O enquadramento é muito simples: uma pessoa pediu um empréstimo ao banco – neste
LER MAISO peso do nº de proprietários de casas nos Estados Unidos tem vindo a diminuir desde que eclodiu a crise do subprime em 2007. Actualmente, a taxa de propriedade no mercado residencial norte-americano é de 66,5%, sendo este o nível mais baixo desde 1998. A actual crise com a consequente desvalorização do mercado trouxe mais
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