O mercado imobiliário em Lisboa tem-se valorizado bastante, principalmente em zonas mais centrais, históricas e turísticas, muito devido ao aumento do turismo na cidade com consequente proliferação do Alojamento Local. De facto, muitos proprietários, perante a dificuldade em encontrar bons arrendatários e as baixas rentabilidades que poderiam obter de um arrendamento urbano do seu imóvel,
LER MAISNas últimas semanas foi anunciado pelo Governo de Portugal, e nomeadamente pelo Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, que está a ser criado um fundo para o financiamento dum plano de reabilitação urbana (denominado Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado ou FNRE), o qual irá fazer uso das verbas do Fundo de Estabilização
LER MAISA regeneração urbana é um dos principais desafios das administrações públicas locais. As novas tendências demográficas combinadas com mudanças nos estilos de vida dos agregados familiares e a desindustrialização dos centros urbanos continuam a contribuir para a necessidade de estruturar a urbanização integrada de lotes públicos e privados localizados em zonas urbanas consolidadas. Os novos
LER MAISSegundo dados do portal idealista, as yields de buy-to-let em Espanha subiram para os 5,5% no ano de 2015, valor bem acima das yields das obrigações de tesouro nos 1,7%. A yield acabou por crescer 200 pontos base face a 2014. Do lado dos investidores institucionais, esses mantêm o foco no imobiliário comercial que gerou
LER MAISO ano de 2015 marca um novo máximo histórico, do montante alocado em imóveis nos Estados Unidos da América, por investidores não-domésticos. Segundo dados recentemente publicados pela Costar, esses investidores investiram um total de USD 69,4 biliões, mais do dobro investido em 2014. O Canadá tem estado muito activo no investimento nos Estados Unidos, juntamente
LER MAISA consultora internacional Savills apontou recentemente os principais locais e produtos de investimento imobiliário para a Europa em 2016. Para esta empresa, investir em commercial real estate no velho continente continuará a ser interessante e uma forma dos investidores receberem yields atractivas. Onde investir? Escritórios, na Europa Central. O menor custo de trabalho em países
LER MAISDurante o ano de 2015, registou-se um novo máximo histórico nos capitais levantados no mercado para investimento em activos imobiliários. Segundo dados da INREV, foi angariado um total de € 123,6 mil milhões durante o ano passado, acima dos € 122,7 mil milhões registados em 2014. Os fundos não-cotados foram o principal destino desse capital,
LER MAISEm 2015, a Blackstone manteve o primeiro lugar no ranking dos investidores imobiliários mais activos em todo o Mundo. No ano passado, esta empresa transaccionou, entre compras e vendas de imóveis, um total superior a 15 mil milhões de euros. Nos lugares seguintes do ranking, aparecem a CBRE Global Investors e a Qatar Investment Authority.
LER MAISSegundo um relatório publicado pela consultora HVS, o investimento em hotéis na Europa, durante o ano de 2015, totalizou 23,7 mil milhões de euros, um valor que representou um crescimento de 66% face a 2014 e que fixa um novo máximo histórico. Os investidores foram atraídos pelo forte crescimento do RevPar em muitos mercados europeus
LER MAISOs tempos são hoje menos favoráveis para o setor imobiliário em Angola, “arrastado” pela conjuntura económica adversa que hoje se vive no país e que, pelo menos este ano, deverá manter-se. O preço do petróleo, em mínimos históricos e com perspetivas de não valorizar a curto-prazo, tem afetado negativa e profundamente a economia Angolana, que,
LER MAISCom o mercado imobiliário a dar sinais evidentes de subida ao nível das transações, de preço e de quota de mercado na mediação, é notório o crescente interesse dos mediadores e agentes imobiliários pelo cliente comprador. Verifica-se igualmente a entrada de novos players na área da mediação e até de pessoas pertencentes a outras atividades,
LER MAISDados recentes do Banco de Portugal confirmam o prolongar de um ciclo que estará a ter impacto no desenvolvimento da economia portuguesa e, em particular, do sector imobiliário (ver Figura 1): As taxas de imparidade / default continuam a aumentar, o que não constitui surpresa dada a política de austeridade prosseguida pelo governo anterior. A
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