Quando, daqui por dois, três anos, se verificar que o último reduto de investidores estrangeiros em Portugal já não existe, convém lembrarmo-nos do que se está a passar no último ano para não termos dúvidas sobre a identidade dos culpados. Já em artigos anteriores, quando António Costa era presidente da Câmara, chamei a atenção para
LER MAISAqui há dias, no programa Prós e Contras da RTP 1, sob o tema do novo imposto imobiliário, falava-se da possível existência de uma bolha imobiliária em Portugal, fruto das fortes subidas verificadas nos preços na habitação nos últimos tempos. Não pretendo debruçar-me sobre essa discussão para Portugal mas antes sobre um relatório recente da
LER MAISAconselho a leitura do artigo de opinião de Rita Silva, dirigente do Bloco de Esquerda, sobre toda a discussão em torno do anunciado novo imposto imobiliário. O artigo enferma de erros, equívocos e abraça um conjunto de ideias (ou serão mesmo ideais) que urge rebater. Rebater com factos e números que retratem a realidade. Hoje
LER MAISOs números vieram confirmar o que já se esperava. Os espaços de Coworking continuam a aumentar e são cada vez mais um modelo de trabalho adoptado por pequenas e grandes empresas. Em apenas dois anos, registou-se um aumento de 36% de espaços de coworking, traduzidos num total de 7.800 espaços a nível mundial. O Global
LER MAISOwen Thomas, CEO da Boston Properties, fala um pouco sobre o mercado de escritórios nos Estados Unidos. As empresas de tecnologia e ligadas às ciências da vida estão a dominar a absorção de áreas de escritórios. Mercados como São Francisco, Boston, Cambridge, Massachusets estão todos a registar subidas nas rendas na ordem dos 2 dígitos.
LER MAISO Prime Watch é pelo 6º ano consecutivo, um trabalho desenvolvido por Out of the Box para a empresa B. Prime, que analisa em detalhe o mercado de escritórios de Lisboa. O estudo deste ano conclui que 2015 foi um ano bastante positivo para o mercado de escritórios: a subida da absorção, o aumento da
LER MAISOs dados publicados pelo INE permitem aferir que o preço médio de uma casa nova em Lisboa, durante o ano de 2015, foi quase o dobro do preço de uma casa usada. Em média, durante 2015, uma casa nova em Lisboa foi comprada por € 264.097, enquanto que uma casa usada custou € 142.918. Nos
LER MAISDe acordo com o Índice de Habitação do INE, o valor médio de venda de uma casa em Lisboa, no ano de 2015, foi de € 162.718. Trata-se de um preço médio que se situa 58% acima do registado na Área Metropolitana do Porto, e que foi de € 102.948 em 2015. Já relativamente à
LER MAISO sector da habitação em Portugal valorizou 15% nos últimos 3 anos. De acordo com dados publicados pelo INE, o preço médio anual das casas vendidas em Portugal subiu de € 101.127 em 2013 para € 116.288 em 2015. A subida dos preços foi superior nas casas usadas, tendo atingido quase 22% no mesmo período,
LER MAISSegundo dados divulgados pelo INE, apenas 19,9% do total de casas vendidas em Portugal durante o ano de 2015 eram novas, ou seja, a esmagadora maioria da venda de casas diz respeito a imóveis já existentes. De facto, do total de 107.302 casas vendidas em 2015, apenas 21.403 eram novas. Na realidade, o peso das
LER MAISSegundo dados recentemente divulgados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, o número de casas vendidas em Portugal, no ano de 2015, subiu 27% face ao ano de 2014, com um total de 107.302 unidades colocadas no mercado. O mercado está em recuperação, tendo o ano de 2015 registado um máximo dos últimos 5 anos.
LER MAISA compra de uma casa para habitação própria é e será sempre um investimento, provavelmente o maior investimento de muitos ao longo de uma vida inteira. Como tal, sendo um investimento, a compra deveria ser racional. Mas não é. Todos sabemos bem que a compra de uma casa é fundamentalmente emocional. Não deveria ser, mas
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