O mercado de escritórios europeu continua em alta. Segundo o Office Clock da JLL, o take-up de escritórios cresceu 5% no 1º trimestre de 2018, acima dos 3 milhões de m2. Desde 2007 que não se verifica arranque tão bom de início de ano. A vacancy rate desceu, assim, 30 pontos base para os 7%,
LER MAISA discussão em torno do mercado residencial, da sua valorização excessiva, da falta de oferta e de soluções para os residentes tem estado na ordem do dia. De vários quadrantes da sociedade são exigidas intervenções da parte do Governo, seja para limitar a oferta de Alojamento Local, seja para aumentar a oferta de habitação para
LER MAISO INE acaba de publicar o seu primeiro índice de arrendamento residencial, o RHAB. Os dados estatísticos agora disponibilizados permitem concluir que Lisboa é a cidade do País com as rendas mais elevadas, com um valor mediano mensal de € 9,62 /m2. Um apartamento com 100 m2 custará, assim, € 962 por mês de renda.
LER MAISÉ sabido que o actual contexto internacional de taxas de juro baixas e os sucessivos planos de intervenção dos diversos bancos centrais, têm tornado a actividade de investimento cada vez mais desafiante e difícil em todas as classes de activos/países. Neste contexto, os activos continuam a valorizar e o maior desafio é perceber quando é
LER MAISQuem diria, há 4 ou 5 anos, que uma sociedade como a Abreu Advogados, iria instalar-se num armazém reabilitado junto ao Tejo, com áreas open space, balneários, jardim, terraço e espaço para refeições? Não são só as empresas tecnológicas e as “start-up” a investir em espaços de trabalho disruptivos; os sectores mais tradicionais, como a
LER MAISOs preços da habitação em Lisboa, no 3º trimestre de 2017, subiram 15,5%, em termos homólogos, segundo os dados divulgados pelo INE esta semana. A cidade apresenta actualmente um preço mediano de € 2.231 /m2, bem acima dos € 1.254 registados no Porto ou mesmo dos € 674 de Braga. De registar que o Funchal
LER MAISSegundo dados disponibilizados pela consultora Workx, a absorção de escritórios em Lisboa cresceu 15% no ano de 2017, atingindo os 165.162 m2 de take-up. A zona que se apresentou mais dinâmica foi a zona 6 (Eixo da A5) com 41 886 m2 colocados. Esta zona representou 25% do volume total do take up, seguida da
LER MAISEstão a surgir novas tendências a nível global relacionadas com a vida urbana e a gestão das cidades. Algumas já em processos de implementação, outras ainda em desenho, mas ninguém duvida que num futuro próximo as cidades como as conhecemos serão parte do passado. Eis algumas das ideias ou exemplos já implementados : O Japão
LER MAISDefenda-se do mais recente ataque do Estado à propriedade privada Falei aqui, no meu último post, da Lei 42/2017, de 14 de Junho, que criou o “regime de reconhecimento e proteção de estabelecimentos e entidades de interesse histórico e cultural ou social local”. Como na altura apontei, este regime configura uma verdadeira aberração jurídica, na
LER MAISNo final de 2014, face a uma ininterrupta sequência de encerramentos de lojas antigas na cidade de Lisboa, decidi juntamente com alguns amigos, criar o “Círculo das Lojas de Carácter e Tradição de Lxª”, com o objectivo de ajudar e apoiar as lojas com mais de 50 anos de actividade no sentido de criarem condições
LER MAISO mercado de escritórios em Lisboa valorizou 22% no espaço de 1 ano. Esta valorização foi calculada com base em dados publicados pela consultora internacional Colliers International, no seu mais recente Office Rent Map. Entre Setembro de 2016 e igual mês de 2017, o mercado de escritórios de Lisboa registou uma queda de 25 pontos
LER MAISO paradigma mudou. Usufruir de um escritório com todas as condições de conforto para os profissionais e uma imagem corporativa forte, apenas estava ao alcance das grandes empresas. Os espaços de trabalho partilhados (também designados espaços de coworking) e os novos centros de escritórios vêm dar resposta à necessidade das empresas em oferecer espaços “premium”
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