• Desalavancagem no crédito habitação0

    O sector bancário em Portugal desalavancou, em termos líquidos, 1.681 milhões de euros nos últimos 12 meses na área do crédito habitação. Este valor representa uma média de 129 milhões de euros por mês! A variação negativa mensal do total em outstanding nos balanços dos Bancos em muito suplanta os montantes de crédito que têm

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  • Mega Fundo Imobiliário5

    Muito se tem falado ultimamente do elevado número de casas que são entregues aos bancos todos os dias. Aqui há dias, um jornal noticiava que a Banca tinha € 3,5 mil milhões em casas para vender. Depois fala-se muito do crédito mal-parado e das inúmeras famílias que estão a passar dificuldades e não conseguem pagar

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  • Barómetro – Entrega da casa paga dívida?0

    O Barómetro Out of the Box centrou-se, desta vez, na questão recente relacionada com a decisão de um Tribunal de Portalegre, que deliberou que a entrega da casa de um mutuário de crédito habitação saldaria parte da dívida (e não a totalidade como já sabemos!). Na sequência do artigo escrito por mim e do fantástico

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  • Um amendoim para o macaco4

    Lia há dias no Jornal i que o Estado está a pagar € 5,00 a cada avaliador por processo de avaliação de casas para efeitos de actualização do valor patrimonial, na sequência da assinatura do acordo com a Troika. Estado paga 5 euros a arquitectos e engenheiros para avaliarem casas Perante a dimensão do trabalho

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  • The S&P Case Shiller Index – VI2

    Notícia de há dias: o S&P Case-Shiller tem uma falha, e grande! Este índice é mundialmente conhecido por ser um índice com uma série já bastante longa, fiável e assente em transacções. O índice reporta preço, não valor. Também por isso, torna-se no índice mais importante no Mundo no sector residencial. O valor da venda

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  • Regras de ouro no buy-to-let (10)0

    “Last but not least”, chegamos à última regra de ouro, já adiantada no nosso artigo anterior: Concentrar esforços na gestão. Um processo de investimento e gestão de uma carteira de buy-to-let tem essencialmente três grandes momentos: aquisição, gestão e alienação. Sobre a aquisição e a alienação já falamos nas 9 regras anteriores, falta agora a

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  • A rendibilidade do imobiliário em 20112

    Hoje deixo-vos um gráfico interessante com a rendibilidade em 2011 de diferentes tipos de activos financeiros. É igualmente curioso verificar que nesta lista não aparece nenhum activo que tenha o imobiliário como subjacente. Por isso, fui procurar os dados do GPR General Index para comparar com todos estes activos. Conclusão? No ano que agora terminou,

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  • Regras de ouro no buy-to-let (9)0

    Estamos já perto do fim, quase a atingir as 10 regras de ouro do buy-to-let. Julgo já termos coberto muitos aspectos e variáveis na decisão de investimento, faltam agora apenas 2 regras adicionais. Concentremo-nos hoje na 9ª regra: Defina uma estratégia de saída. Tomar uma decisão de investimento é tão importante quanto a decisão de

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  • Regras de ouro no buy-to-let (8)0

    Na vida, tal como no imobiliário, não há coisas infalíveis, logo as 7 regras anteriores não bastarão. Juntando uma oitava regra, é certo que não tornamos os nossos investimentos em buy-to-let infalíveis mas sempre conseguimos precaver-nos um pouco mais. Regra nº8 – Faça análises de sensibilidade E se as coisas não correrem como eu espero?

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  • 2012 – O Ano Que Ninguém Quer0

    Do minuto 10:25 ao 16:43, perspectivas sobre o imobiliário para 2012, com participação Out of the Box! Bons negócios (imobiliários)!

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (7)0

    Temos vindo a avançar gradualmente no conhecimento e no processo de tomada de decisão de um investimento em buy-to-let. Começamos apenas com dados de yields, preços e rendas, avançamos depois para o conceito de yield líquida. Hoje vamos introduzir uma variável também ela muito importante: a alavancagem. Regra nº7 – Definir uma alavacangem O conceito

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (6)0

    Até agora estivemos sempre a falar em rentabilidades brutas, tendo “desprezado” os custos e o cálculo de rentabilidades líquidas. A verdade é que os custos relacionados com o buy-to-let não são, de todo, desprezíveis, bem pelo contrário. Chegamos assim à 6ª regra de ouro: estimar bem os custos com a propriedade. De memória, um proprietário

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