Nem tudo são más notícias no mercado imobiliário norte-americano. Em Agosto, o tempo médio de venda das casas baixou e o stock em venda encontra-se perto de mínimos históricos: E, aparentemente, quando o stock em venda está em baixo, o preço começa a subir: O que até faz sentido: oferta cai, no limite para a
LER MAISRecentemente, temos visto algumas campanhas de oferta de produtos de crédito habitação de imóveis da banca, ou seja, crédito mal-parado cujas casas foram executadas e ficaram propriedade dos Bancos. É inclusive frequente vermos LTV’s de 100% e spreads competitivos, algo que o “normal” mutuário não conseguirá negociar, com certeza, hoje em dia. Há até quem
LER MAISFica aqui uma pequena súmula das medidas previstas no Orçamento de Estado de 2012 com implicações no mercado imobiliário: – Descida do limite máximo de dedução de despesas com rendas de casa ou prestações de crédito habitação, para 15% das mesmas. O valor do limite, esse, mantém-se (€ 591,00) mas relativamente ao crédito habitação, apenas
LER MAISPara leitura desta semana, um pouco extensa mas fundamental para quem quer e gosta de estar por dentro dos mercados internacionais, o report do Finantial Times sobre os mercados imobiliários – Global Property Insight. O relatório é bastante extenso mas cobre grande parte dos segmentos do mercado imobiliário britânico, além de falar sobre os mercados
LER MAISJá aqui falamos de 2 importantes regras no buy-to-let residencial: definir uma rentabilidade objectivo e entender bem o que a procura pretende. Falemos hoje de mais uma regra importante: escolher bem a localização. Desde sempre ouvimos que existem 3 regras básicas para investir em imobiliário: location, location e location. A localização é (quase) tudo! Em
LER MAISOs últimos dados publicados pela Reserva Federal mostram uma desvalorização do imobiliário de USD 6,6 trillion desde o pico ocorrido em 2006, tendência de queda que se mantém. Naturalmente, num mercado altamente endividado, a queda dos preços dos imóveis fez desaparecer grande parte do equity investido que hoje se situa abaixo dos 40%: No entanto,
LER MAISDepois do meu primeiro artigo sobre esta temática, onde ficou definida a primeira regra de ouro no buy-to-let residencial – Defina uma rentabilidade-objectivo – falemos agora da segunda regra. Regra nº2 – Entenda bem o que a procura pretende Existe uma diferença elementar entre comprar ou arrendar uma casa. No primeiro caso, decidimos com base
LER MAISInicio hoje um conjunto de breves comentários, procurando apresentar, na minha perspectiva, um conjunto de regras que considero essenciais no buy-to-let residencial. Antes de mais, o que se entende por buy-to-let? Não é mais que proceder à aquisição de uma fracção de habitação e colocá-la no mercado de arrendamento. Trata-se de investir em arrendamento residencial:
LER MAISPor Pedro Pereira NunesOngoing Strategy Investments — O mundo mudou A crise económico-financeira que rebentou em Setembro de 2008 acabou (de vez?) com o modelo de financiamento de grande parte dos negócios imobiliários desenvolvido ao longo da primeira década do século XXI. Este modelo baseava-se, essencialmente, em elevados níveis de dívida que permitiam atingir taxas
LER MAISExiste um “ditado” que diz o seguinte: «se deves 100 mil ao banco, tens um problema; se deves 100 milhões ao banco, o banco tem um problema!». No entanto, parece que não se trata apenas de um ditado ou de um mito urbano, é mesmo verdade! Um estudo levado a cabo pela ForeclosureRadar indica que
LER MAISUm arquitecto de 27 anos concorreu à iniciativa FAZ – Ideias de Origem Portuguesa, com uma ideia: reabilitar prédios degradados a custo zero. Como? Através do recurso a estudantes universitários, seria possível recorrer a arquitectos e engenheiros que projectariam e fiscalizariam as obras. Estas, seriam realizadas com o recursos a materiais doados por fornecedores a
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