• Regras de ouro no buy-to-let (8)0

    Na vida, tal como no imobiliário, não há coisas infalíveis, logo as 7 regras anteriores não bastarão. Juntando uma oitava regra, é certo que não tornamos os nossos investimentos em buy-to-let infalíveis mas sempre conseguimos precaver-nos um pouco mais. Regra nº8 – Faça análises de sensibilidade E se as coisas não correrem como eu espero?

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  • Votos para 20121

    Por Pedro Pereira Nunes Ongoing Strategy Investments — O Euro 2011/2012 O evento do ano transacto mais importante para Portugal terá sido o pedido de ajuda externa consumado pelo Governo anterior. Com a intervenção do FMI em Portugal, Grécia e Irlanda, a volatilidade em torno dos mercados de capitais e de dívida soberana dos membros

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  • 2012 – O Ano Que Ninguém Quer0

    Do minuto 10:25 ao 16:43, perspectivas sobre o imobiliário para 2012, com participação Out of the Box! Bons negócios (imobiliários)!

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (7)0

    Temos vindo a avançar gradualmente no conhecimento e no processo de tomada de decisão de um investimento em buy-to-let. Começamos apenas com dados de yields, preços e rendas, avançamos depois para o conceito de yield líquida. Hoje vamos introduzir uma variável também ela muito importante: a alavancagem. Regra nº7 – Definir uma alavacangem O conceito

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (6)0

    Até agora estivemos sempre a falar em rentabilidades brutas, tendo “desprezado” os custos e o cálculo de rentabilidades líquidas. A verdade é que os custos relacionados com o buy-to-let não são, de todo, desprezíveis, bem pelo contrário. Chegamos assim à 6ª regra de ouro: estimar bem os custos com a propriedade. De memória, um proprietário

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (5)4

    Chegamos a metade das regras de ouro no buy-to-let e hoje vou falar-vos de uma que, provavelmente, se torna a mais sensível: definir um preço máximo a pagar. Neste momento, e tendo cumprido as primeiras 4 regras de ouro, é possível a qualquer investidor definir um limite máximo de preço a pagar por uma casa,

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  • O mercado imobiliário da Malásia0

    Floresta de um lado, arranha-céus do outro… Malásia. Estima-se que Kuala Lumpur venha a ser maior que Londres, em 2030! Um mercado em franco crescimento, uma oportunidade no contexto do imobiliário asiático. Bons negócios (imobiliários)!

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  • 10 regras de ouro no buy-to-let (4)0

    Já aqui vos deixei as três primeiras regras de ouro do buy-to-let: definir uma rentabilidade objectivo, entender o que a procura pretende e escolher bem a localização. Hoje vou falar-vos da regra nº4: fazer um bom trabalho de campo. Uma vez que já sabemos onde pretendemos investir, é muito importante antes de tomar decisões, conhecer

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  • Hospital Curry Cabral vale 150 milhões de euros10

    Lia ontem uma notícia na net que referia que o Hospital Curry Cabral tem um valor de € 150 Milhões. Como fiquei um pouco surpreendido com o valor e, como bem sabem, sou adepto da rentabilização do património imobiliário do Estado, fui analisar a notícia com mais atenção. Vejamos bem o que a notícia diz:

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  • Mercado Imobiliário Global – Onde nos podemos esconder? – Parte II0

    Por Nuno Ribeiro — Na sequência do meu anterior artigo, no qual analisamos os mercados europeu e norte-americano, volto hoje ao vosso encontro para vos falar dos mercados asiáticos. Mercados Imobiliários – Ásia/Pacifico 1. Situação Actual As economias asiáticas, à semelhança da Europa e dos EUA desaceleraram nos últimos dois trimestres. Contudo, apresentam ainda taxas

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  • O Imobiliário e a Inflação (2)0

    Por Ricardo Pereira inPROP Capital Fund — Depois do artigo do Gonçalo sobre a temática do imobiliário e da inflação, tentei colocar este meu comentário na zona dos comentários no blog, mas como nao permite colar gráficos, venho por esta via expressar a minha opinião sobre a temática. Não acredito que quando se diz que

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  • Mercado Imobiliário Global – Onde nos podemos esconder? – Parte I0

    Por Nuno Ribeiro — Hoje em dia, investidores institucionais e privados, ou ainda o cidadão comum, quando avaliam as suas alternativas de investimento são confrontados com bancos a entrar em insolvência, crises de dívida soberana e a possibilidade de outra recessão. Tendo em conta este “ruído”, no que toca a investimentos imobiliários e considerando a

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