O investimento continuou, em 2017, a ser impulsionado por indicadores macroeconómicos em geral positivos, apesar da tensão politica na Catalunha. O PIB Espanhol aumentou 3,1% em 2017; o desemprego interno diminuiu em 290.192 pessoas alcançando os 3,14 milhões, atingindo o nível mais baixo desde 2008; e as taxas de juro continuaram no nível mais baixo
LER MAISSegundo dados disponibilizados pela consultora Workx, a absorção de escritórios em Lisboa cresceu 15% no ano de 2017, atingindo os 165.162 m2 de take-up. A zona que se apresentou mais dinâmica foi a zona 6 (Eixo da A5) com 41 886 m2 colocados. Esta zona representou 25% do volume total do take up, seguida da
LER MAISNovembro foi um mês atarefado. Fecharam-se negócios em todos os sectores e regiões. A incerteza sobre o futuro da Catalunha continuou e as eleições regionais já foram convocadas para 21 de Dezembro e a campanha começou. Principais Negócios Cerberus celebrou o segundo maior negócio do ano no sector imobiliário, após negociação com sucesso da compra
LER MAISA incerteza em torno do futuro da Catalunha pairou sobre o sector imobiliário espanhol durante todo o mês de outubro e as disputas políticas continuaram sem solução à vista. Enquanto centenas de empresas sediadas na região autónoma agiram rapidamente para mover os seus centros empresariais para outras partes de Espanha, a generalidade do sector imobiliário
LER MAISO sector residencial evidenciou-se com múltiplas compras de terrenos, projectos em desenvolvimento de novas casas e o anúncio de uma próxima estreia no mercado de acções. O sector bancário apresentou-se fortemente nas manchetes, já que todas as principais instituições financeiras avançaram com os preparativos e negociações para limpar os seus balanços. Os activos de comércio
LER MAISEmbora Agosto seja normalmente um período de silêncio no sector imobiliário, foram fechados dois grandes negócios. Em primeiro lugar, o Santander finalizou a venda de 51% do negócio imobiliário do Banco Popular à Blackstone por cerca de 5,1 milhões de euros. O fundo norte-americano foi o principal candidato na aquisição da maior parte da carteira
LER MAISJulho foi um mês bastante activo. Os investidores nacionais e estrangeiros apressaram-se a completar negócios antes das férias. Destacaram-se as transacções do Mercado de San Miguel (uma das mais caras na história de Espanha), em Madrid, a um fundo holandês por € 70 milhões, equivalente a € 60,000 por m² e da Aguirre Newman à
LER MAISO mercado de escritórios em Lisboa valorizou 22% no espaço de 1 ano. Esta valorização foi calculada com base em dados publicados pela consultora internacional Colliers International, no seu mais recente Office Rent Map. Entre Setembro de 2016 e igual mês de 2017, o mercado de escritórios de Lisboa registou uma queda de 25 pontos
LER MAISSegundo o último estudo “Global Office Forecast”, publicado pela Cushman & Wakefield, vamos assistir nos próximos três anos a um boom nunca visto de construção de novos escritórios, com mais de 65 milhões de metros quadrados previstos. Esta área é o equivalente ao total de espaços de escritórios existente em 5 cidades – Washington, Dallas,
LER MAISSegundo dados recentemente divulgados pela Savills, a escassez de oferta de escritórios nas principais cidades europeias levou a um crescimento das rendas e a uma descida no take-up. Muitas são as cidades europeias que apresentam pouca oferta em zonas CBD (Central Business District), originando um forte crescimento no valor das rendas. O potencial de crescimento
LER MAISEm Abril, vários analistas publicaram resultados do primeiro trimestre, o que confirmou o bom início do sector no ano. A Laborde Marcet e a CBRE apresentaram valores de investimentos imobiliários nos três primeiros meses do ano, de € 3.520 milhões e € 3.417 milhões, respectivamente. De acordo com a LM, o sector do retalho representou
LER MAISO paradigma mudou. Usufruir de um escritório com todas as condições de conforto para os profissionais e uma imagem corporativa forte, apenas estava ao alcance das grandes empresas. Os espaços de trabalho partilhados (também designados espaços de coworking) e os novos centros de escritórios vêm dar resposta à necessidade das empresas em oferecer espaços “premium”
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