Em plena pandemia Covid, os maiores investidores em imobiliário adequam agora as suas estratégias de investimento. No entretanto, ficam em pausa relativamente a novos investimentos, enquanto não ficar claro o impacto na rentabilidade de valor dos activos sob gestão. Na realidade, nos últimos 18 meses, os investidores aumentaram a sua exposição ao imobiliário ou, no
LER MAISSegundo dados da S&P, os preços das casas em Portugal irão cair 2,5% em 2020, decorrente da crise originada pela pandemia do Covid-19. Os primeiros impactos sentidos nos mercados europeus centram-se num (quase) total congelamento das transacções, fruto das medidas impostas de confinamento. À medida que essas medidas comecem a ser levantadas, o mercado começará
LER MAISSegundo dados da Corelogic, Os preços das casas nos Estados Unidos da América mantiveram a sua tendência de subida em Fevereiro deste ano. Na realidade, registou-se o maior crescimento homólogo desde Janeiro de 2019 e em cadeia desde Junho do ano passado. Nos 6 meses anteriores a Fevereiro, a intensidade de crescimento de preços subiu:
LER MAISSegundo dados publicados pela consultora Knight Frank, o imobiliário residencial de luxo irá sofrer uma desvalorização em 2020. Lisboa pode ser uma excepção. A consultora aponta inclusive para uma subida de preços ainda este ano, um pouco contra a corrente global. Antes da pandemia do covid-19, vários mercados internacionais estavam posicionados para registar uma subida
LER MAISDepois de tantos anos de recuperação e depois de algum crescimento, a economia, em geral, e o mercado imobiliário, em particular, enfrentam novamente um futuro incerto. Muitas das actividades dos diversos quadrantes do investimento imobiliário estão a atravessar uma fase de desaceleração brutal e o futuro permanece uma interrogação. Que cenários enfrentamos? No espectro dos
LER MAISOs preços medianos na habitação em Portugal subiram 8,5% em 2019, segundo dados do INE. A mediana nacional fixou-se nos € 1.081 por m2 no último trimestre de 2019, acima dos € 996 por m2 registados em igual período de 2018. A estatística conta agora com 4 anos completos de subida dos preços medianos. Lisboa
LER MAISOs preços das casas em Espanha irão cair 6% em 2020, segundo previsões do Banco UBS. As estimativas do Banco Suíço apontam para uma queda ligeiramente inferior nos maiores centros urbanos. Madrid, Barcelona e o País Basco poderão ver os preços cair entre 3% a 5%. Uma forte subida do desemprego é uma das variáveis
LER MAISO número de casas vendidas (usadas) nos Estados Unidos da América (EUA) caiu 8,5% em Março. Trata-se da maior queda registada desde Novembro de 2015. As medidas de contenção e confinamento no mercado americano justificam esta quebra. Os dados hoje publicados pela NAR mostram esta quebra atirou o número médio de venda anual para 5,27
LER MAISOs investidores em imobiliário na Europa adiam alguns investimentos. Em alguns casos, há propostas inclusive a ser retiradas. A Property EU, através da sua publicação semanal, lista alguns negócios que se encontram nesse ponto. A Nyfosa, um investidor oportunístico sueco, retirou uma proposta de aquisição de um portfolio imobiliário de valor superior a € 700
LER MAISOs preços das casas em Portugal subiram em 2019. O mercado de habitação em Portugal fechou o ano com uma subida de 8,9%. Segundo o Índice de Preços na Habitação (IPHAB) publicado pelo INE, no último trimestre de 2019 registou-se um valor no índice de 144,1, 8,9% acima de igual período de 2018. Os imóveis
LER MAISDecorrente da actual pandemia do Coronavírus, a venda de casas nos EUA poderá cair até 35% até esta Primavera, em termos homólogos. Esta é a principal conclusão de um estudo da Capital Economics. Caso tal venha a ocorrer, significa que o ano de 2020 terminará com um total aproximado de 4 milhões de casas vendidas,
LER MAISPerspectivas Económicas pioram Os especialistas de mercado e analistas financeiros esperam que haja um abrandamento do crescimento económico para o próximo ano. As últimas análises para Espanha apontam que o crescimento económico registado nos trimestres anteriores foi inferior às estimativas realizadas, devendo-se sobretudo ao baixo consumo privado que se verificou no mesmo período. Um decréscimo
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