Num artigo que escrevi para o Doutor Finanças, falei sobre o problema da oferta no mercado de arrendamento, e como essa escassez de oferta está a contribuir para uma acentuada subida das rendas. As rendas medianas nos novos contratos de arrendamento subiram 32% em 3 anos e meio, e encontram-se 145% acima do valor médio
LER MAISCai a alavancagem na habitação. O aumento das taxas de juro tem provocado um menor recurso a crédito para a compra de casa, ao mesmo tempo que o número de casas vendidas também desce. Os dados do Banco de Portugal sobre crédito habitação mostram um crescimento assinalável nos montantes renegociados, desde início de 2022. Nos
LER MAISVendem-se cada vez menos casas em Portugal. Os dados agora divulgados pelo INE mostram que o número de casas vendidas em Portugal encontra-se em queda desde final de 2021. São praticamente 18 meses consecutivos em que se vendem cada vez menos casas. Nos primeiros 6 meses do ano foram transaccionadas 68.117 casas em Portugal, 22%
LER MAISSegundo o mais recente relatório da UBS, a bolha imobiliária dissipa-se. O já conhecido UBS Global Real Estate Bubble Index mostra que actualmente, apenas as cidades de Zurique e Tóquio permanecem em risco elevado de bolha. Veja aqui quais eram as cidades com maior risco de bolha em 2022 Zurique e Tóquio, que já estavam
LER MAISSerá que as avaliações imobiliárias espelham bem a realidade do mercado? O valor de avaliação de um activo imobiliário, pertencente a um veículo de investimento, é representativo do real valor do imóvel? Dados recentemente divulgados pela NAREIT mostram uma diferença significativa nas yields de veículos de investimento cotados e não-cotados. Este diferencial é importante porquanto
LER MAISControlar rendas ou baixar impostos no arrendamento? Que efeitos podem produzir tais medidas? Serão benéficas para tornar o arrendamento habitacional mais acessível? O controlo de rendas O assunto não é novo. O controlo de rendas é visto como um mecanismo que possibilita a queda das rendas ou, no limite, uma não subida das mesmas. Por
LER MAISLisboa é a cidade onde as rendas mais valorizam. Segundo um research da Savills, que monitorizou 30 cidades em todo o Mundo, Lisboa aparece como a cidade onde as rendas mais valorizam durante o primeiro semestre de 2023. Em média, do conjunto das cidades analisadas, as rendas subiram 2,6% durante os primeiros 6 meses do
LER MAISNum mercado pautado por uma escassez de oferta e uma enorme pressão na procura, onde os preços não param de subir, encontrar uma casa que caiba no nosso orçamento é tarefa cada vez mais hercúlea. Por isso mesmo, é cada vez mais frequente termos um familiar, amigo ou conhecido que nos pede ajuda ou dicas
LER MAISA pandemia do Covid-19 trouxe uma nova forma de estar no trabalho. Trabalhar à distância, longe do escritório, tornou-se tão comum como qualquer outra actividade diária. Que impacto gerou e o que se passa no mercado de escritórios? O mercado-norte americano Dados recentemente publicados pela Visual Capitalist apontam para uma vacancy rate no mercado de
LER MAISOs preços na habitação mantêm-se em alta um pouco por todo o Mundo. Numa análise condensada pelo Advisor Channel, de um conjunto de 58 países, apenas 12 registaram uma variação nominal negativa nos preços durante o ano de 2022. Nova Zelândia e Hong Kong estão na cauda desse ranking com quebras superiores a -10%. Do
LER MAISNuma sociedade em constante evolução, a acessibilidade económica e financeira na habitação torna-se uma preocupação crucial. O acesso a uma habitação adequada e a preços acessíveis é um direito fundamental que deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente das suas condições económicas. No entanto, a realidade atual apresenta inúmeros desafios nesse sentido. A falta
LER MAISComo melhorar a acessibilidade na habitação? Muito se tem discutido nas últimas semanas, muitas propostas têm vindo a público. Fico com a ideia que quase todos “olham para o seu umbigo”, procurando proteger os seus próprios interesses, sejam eles políticos, corporativos ou empresariais. Falta estudo, falta análise, faltam comparáveis. Os mais recentes papers do FMI
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