Segundo o mais recente relatório da UBS, a bolha imobiliária dissipa-se. O já conhecido UBS Global Real Estate Bubble Index mostra que actualmente, apenas as cidades de Zurique e Tóquio permanecem em risco elevado de bolha.
Veja aqui quais eram as cidades com maior risco de bolha em 2022

Zurique e Tóquio, que já estavam no topo da lista em 2022 como cidades com maior risco de bolha imobiliária, mantém esse status em 2023.
Toronto, Frankfurt, Munique, Hong Kong, Vancouver, Amesterdão e Telavive baixam no ranking e diminuem o risco.
O crescimento global de preços parece ter abrandado de ritmo, num clima inflacionista e de rápida subida das taxas de juro. Os desequilíbrios sentidos anteriormente em vários mercados parecem agora estar a desparecer.
O crescimento anual dos preços nominais nas 25 cidades analisadas pelo índice estagnou, após um forte aumento de 10% no ano passado. Na realidade, em termos reais, regista-se uma quebra de cerca de 5% nos preços de venda. Em muitas cidades, a desvalorização real foi tal que os preços encontram-se agora em níveis de 2020.
Naturalmente, isto não significa que a habitação esteja mais acessível. Os preços continuam elevados e o contexto não é favorável à compra com recurso a crédito. Alternativamente, o arrendamento também tem sofrido fortes aumentos de preço, tornando-o igualmente menos acessível.
Bons negócios (imobiliários)!







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