Neste dia em que comemoramos o nosso 2º aniversário, lançamos o primeiro working paper em Português, com marca Out of the Box, sobre o mercado imobiliário em Portugal. Trata-se de um documento de investigação sobre o impacto do crédito e das taxas de juro na habitação em Portugal. Com este trabalho, procuramos pistas para entender
LER MAISFazemos 2 anos! Dois anos de opiniões, de debate, de informação, de research. Dois anos de muito trabalho. Out of the Box é um hoje um blog de referência no campo das Finanças Imobiliárias em Portugal. Começamos com 100 leitores mensais. Há 1 ano tinhamos 1.000, hoje são mais de 2.500 pessoas que mensalmente nos
LER MAISDeixo-vos hoje o artigo que escrevi em exclusivo para o Blog Imobiliário em Portugal, procurando perspectivar o ano de 2011. — Não tendo nenhuma bola de cristal nem querendo antecipar o Barómetro Out of the Box de Janeiro, deixo apenas algumas pistas para este ano em que ainda agora entramos. Economia e Finanças FMI, Fundo
LER MAISLia há tempos no Daily Mail que um proprietário ficou pasmado quando o banco o informou que a sua casa tinha sido avaliada em… 1 libra! Uma mísera libra! E tinha sido comprada por mais de 80.000… Vamos à história… um investidor comprou uma casa com 2 quartos, fez umas obras e queria juntá-la à
LER MAISMuito se tem falado da necessidade de haver maior regulação sobre os mercados financeiros por forma a travar alguma da especulação que neles se encontra. Muitos atribuem (grande) parte das culpas da actual crise à falta de regulação e supervisão adequadas a muitos fundos de investimento e produtos financeiros. Que impacto pode ter no sector
LER MAISHá dias li uma notícia no Sol Online que referia que os mediadores imobiliários da zona de Brighton, em Inglaterra, estavam a aprender poesia. Pensei para mim: «Que diversificação! Ninguém compra casas, toca de arranjar outra actividade…» Mas não… esses mediadores estão a aprender poesia como forma de melhorar as suas técnicas de venda. É
LER MAISHá dias escrevia sobre aquele tipo de investidores que gosta dos chamados Trophy Assets e o que tem mudado neste tipo de investimentos. Muitos são aqueles que hoje procuram yields seguras, baixas, com bons tenants para garantir a solidez da sua rentabilidade. No entanto, Brian Gill da Kalorama Realty Capital pergunta-se até quando. E eu
LER MAISExistem diversas estratégias de investimento no imobiliário e diferentes perfis de investidores. Ainda bem que assim é! Existem investidores – os ditos core – que procuram activos extremamente bem localizados, com yields seguras, bons contratos de arrendamento e pouca alavancagem. Outros existem que procuram os chamados “activos troféu”. Quem não gostaria, por exemplo, de ter
LER MAISLeio na imprensa britânicaque o Governo Inglês vai montar dois veículos para gerir algum património do Estado, nomeadamente um em Central London, outro em Bristol. Serão veículos-piloto, experimentais, com o objectivo de poupar custos de gestão e manutenção, profissionalizar e concentrar a gestão e angariar investidores institucionais. Com esta medida, o Governo Britânico prevê atingir
LER MAISDe novo de volta ao tema: taxa fixa ou taxa variável? Já numa outra oportunidade, tive oportunidade de falar um pouco sobre as vantagens e desvantagens e concluir que em Portugal, na realidade, não existe uma verdadeira oferta de taxa fixa em Portugal. Com uma excepção: o BBVA. Neste caso, a conclusão é diferente da
LER MAISHá dias saiu uma notícia no Jornal Expresso que mencionava que Portugal teria um milhão de casas devolutas. Fui investigar e tratava-se de um pequeno debate entre algumas personalidades do nosso sector imobiliário e financeiro. Nesse debate, mencionava-se também que teremos cerca de 300 mil habitações para vender, 100 mil das quais são novas. Vitor
LER MAISLi há semanas um artigo que achei interessante e, ao mesmo tempo, engraçado. Intitulado “There is no Housing Market“, de Matthew Ferrara, o artigo foca alguns pontos interessantes de um mercado residencial, levando à conclusão que a habitação, enquanto mercado global, não existe. Vamos por partes. A maior parte de nós – eu incluído –
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