O IMT nos contratos-promessa de compra de imóveis
- Fiscalidade
- 26 de Setembro, 2022
Segundo dados recentemente divulgados pela Savills, a pressão compradora mantém-se na Europa, fazendo com que as prime yields de imobiliário continuem numa rota descendente. Mercados como Londres, Bruxelas, Colónia, Estocolmo apresentam já, inclusive, prime yields abaixo de mínimos históricos anteriores: Em termos de investimento, e citando a Real Capital Analytics, a consultora revela que o
LER MAISSegundo dados do Banco de Portugal, o crédito mal-parado no imobiliário em Portugal voltou a subir em Fevereiro passado. Depois de uma queda em Dezembro de 2014 para pouco mais de € 9,2 mil milhões, o mal-parado atingiu o valor de 9.539 milhões de euros no mês de Fevereiro, estando agora de novo mais perto
LER MAISO crédito mal-parado não pára de subir em Portugal. De acordo com dados do Banco de Portugal, o total de crédito mal-parado junto das famílias portuguesas atingiu os 5.363 milhões de euros em Setembro passado. Deste total, 47,9% dizia respeito a crédito à habitação, num total de 2.567 milhões de euros, representando um máximo histórico
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O crédito imobiliário mal-parado no mercado norte-americano, relacionado com commercial real estate, aumenta em 2020. Segundo dados da Trepp, o mal-parado triplicou em três meses, atingindo o pico registado no ano de 2012. O segmento mais atingido foi o da hotelaria. Com o confinamento obrigatório, a indústria hoteleira viu as suas taxas de ocupação afundar.
LER MAISPor Ricardo Pereira inPROP Capital Fund — «Se o banco praticar um spread de 1% em ambos os créditos, o crédito para aquisição de habitação permitirá uma taxa de rendibilidade bruta (…) de 36% e o outro (…) de 25% … nada mau!!! mas na prática insustentável pois assenta em rácios de alavancagem brutais.»
LER MAISSegundo dados da INREV – European Association for Investors in Non-Listed Real Estate Vehicles – estão previstos mais de 51 biliões de euros a aplicar em investimentos imobiliários durante o ano de 2018. A maior parte deste capital provém de investidores europeus, com 57,7%, seguidos dos norte-americanos com uma fatia prevista de 25,2%. Reino Unido,
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