O IMT nos contratos-promessa de compra de imóveis
- Fiscalidade
- 26 de Setembro, 2022

Do VUCA ao BANI O que significa isso para as Proptech’s? Um recente artigo que li, relembrou-me o acrónimo VUCA ( Volatile, Uncertain, Complex and Ambiguous) ou (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo). Este conceito foi criado pela academia militar norte americana para enquadrar as dinâmicas globais pós-guerra fria com o colapso da URSS e do
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A avaliação imobiliária como instrumento de estabilidade financeira A avaliação imobiliária assumiu, na última década, um papel estrutural na arquitetura do sistema financeiro europeu. Para além de apoiar decisões de investimento ou transações, passou a ser um elemento central da gestão do risco bancário, da supervisão prudencial e da proteção da estabilidade financeira. Esta evolução
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No mercado imobiliário no geral, e no da mediação em específico, todos falam da potencial mudança de mercado do vendedor para o comprador. Esta última década temos vivido num ciclo de mercado expansionista, mas tendo em conta os vários impactos globais negativos dos últimos 2 anos, há muitos que defendem que potencialmente vamos iniciar a
LER MAISPor Gonçalo Nascimento Rodrigues Out of the Box Main Thinker OTBX, Consultoria em Finanças Imobiliárias, Lda. Managing Director — Correm rumores nos Estados Unidos da América que a Zillow pretende adquirir a Trulia. A Zillow é a líder de mercado norte-americano na produção de informação imobiliária e também o portal imobiliário líder de mercado. A
LER MAISFernando Vasco CostaStrategic Consultancy Jones Lang LaSalle — Há cerca de um ano escrevi nesta coluna sobre os bons sinais que o mercado imobiliário sentia. O ano de 2014, foi sem dúvida um grande ano para o nosso imobiliário, com níveis de investimento já perto dos 800 M€, um valor semelhante investido para efeitos de
LER MAISOs investidores globais mantêm preferência pela diversificação da sua carteira de investimentos. Segundo a DTZ, durante o 1º semestre de 2014, 72% do capital alocado a investimentos imobiliários foi para carteiras diversificadas de activos. Dos 28% alocados a propriedades de tipo único, os segmentos residencial (26%) e de escritórios (17%) tomaram a preferência dos investidores.
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