Frankfurt, Toronto e Hong Kong estão no topo do ranking da UBS de cidades em risco de bolha imobiliária.
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O ranking da UBS mostra 9 cidades em risco de bolha imobiliária, sendo 6 delas na Europa. Além disso, existem ainda outras 11 cidades que apesar de não estarem em risco de bolha, estão sobrevalorizadas.
Os locais analisados pela UBS registaram um crescimento de 6% nos preços na habitação, entre o 2º semestre de 2020 e 1º semestre de 2021. Trata-se do maior crescimento de preços desde 2014. Apenas Milão, Paris, Nova Iorque e São Francisco não valorizaram.
Disponibilidade de crédito contribuiu para o crescimento de preços
A maior disponibilidade de crédito contribuiu, entre outros factores, para o crescimento de preços. A partir do momento em que o crédito se torna mais acessível, a opção de compra de habitação em detrimento do arrendamento torna-se mais visível.
Este facto torna-se notório quando analisando o price-to-rent ratio. O número de anos necessários para se pagar uma casa por via da renda aumentou significativamente nos últimos 10 anos, em quase todos as cidades analisadas.

Em locais onde se torna evidente a preponderância do crédito na compra de casa, o risco de uma correção mais acentuada de preços em função de uma subida nas taxas de juro é mais provável.
Casas cada vez menos acessíveis
Quando os rendimentos dos agregados domésticos não acompanham o crescimento de preços, a compra de casa torna-se menos acessível. É isso que se tem observado.
Hong Kong, Paris e Londres são as cidades menos acessíveis quando analisado o price-to-income ratio.
Bons negócios (imobiliários)!
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Para conhecer a metodologia de cálculo do índice da UBS, consulte o último relatório.







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