Já segundo a consultoria C&W, os investidores chineses estão a alargar o âmbito das suas alocações de capital, quer em termos de tipo de imóveis, quer em termos geográficos. Em 2015, registou-se um acréscimo de 22% na alocação de capital a imóveis de rendimento (commercial real estate), tendo-se registados igualmente um acréscimo de actividade por parte de empresas privadas e cotadas em bolsa. Em 2014, os investidores activos foram, sobretudo, fundos de pensões e governamentais.
Em termos geográficos, foi clara a mudança de investimento, com uma forte redução dos montantes alocados no Reino Unido, ao passo que países como França, Alemanha, Europa do Sul e Benelux observaram um acréscimo de investimento da parte dos investidores chineses.






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