Nesta altura, é bom recordar que a origem da crise vivida nos últimos anos esteve no mercado residencial norte-americano. Consequência dessa crise, as casas nos Estados Unidos desvalorizaram, em média, cerca de -35% e em muitos estados a queda foi muito superior. Desde 2009, o mercado tem vindo a recuperar, fruto das medidas de Quantitative Easing levadas a cabo pela FED, do aumento do mercado de arrendamento que levou muitos investidores a investir em buy-to-let e, com isso, a pressionar de novo em alta os preços. As yields implícitas no sector residencial dispararam, ultrapassando os 10% em diversos locais do País.
O imobiliário é, também ele, um activo volátil. Valoriza e desvaloriza como qualquer outro activo financeiro. No longo prazo, sempre se revelou um bom investimento, com rentabilidades interessantes e um risco mais comedido que outros activos financeiros. Mas no curto prazo, atravessa ciclos e períodos normais de desvalorização. Este é um desses casos.
Bons negócios (imobiliários)!







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