Segundo dados da STR, os hostels são a categoria de alojamento que mais sofrem com a pandemia. A empresa levou a cabo um estudo que mostra que quase 70% dos turistas alterou os seus hábitos de consumo no que a alojamento turístico diz respeito.
Assim, uma larga maioria não quer, para já, alojar-se em hostels, quando comparando com os tempos pré-covid.
Compreensivelmente, pelo tipo de alojamento mais do estilo “comunitário”, os hostels são relegados enquanto alternativa de alojamento face a outras potencialmente consideradas mais seguras neste contexto de pandemia. Bem acima da opção parque de campismo, os hostels são hoje os que mais sofrem com a pandemia.
Por seu turno, os short-term rentals e hotéis de pequena dimensão (com menos de 50 quartos) são vistos como as melhores alternativas de alojamento. Adicionalmente, a escolha recai também por cadeias hoteleiras ou serviced apartments.

Aparentemente, e comparando com as típicas escolhas pré-covid, os turistas estão agora a privilegiar unidades de marca em detrimento de stand-alones ou os chamados hotéis independentes, denotando-se uma alteração nos hábitos de consumo.
Mais uma vez, poderá aqui pesar a questão de dimensão e espaço. Os turistas procuram hoje segurança, privilegiando hotéis de marca, com espaços comuns mais amplos e com menos hóspedes. Assim sendo, é natural a opção ou por um short-term rental ou por cadeias de pequena/média dimensão.
O que procuram os clientes?
A localização é o principal factor de escolha de um cliente quando decide fazer uma reserva hoteleira, logo seguido do factor preço. Estes pontos, fulcrais como sempre, mantêm-se. Além disso, os clientes dão hoje importância a reviews em sites da internet e procuram experiências de outros clientes como um guia.
Bons negócios (imobiliários)!







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