Que cidades estão com maior risco de bolha imobiliária? A UBS voltou a actualizar o seu ranking mundial de bolhas imobiliárias e coloca Toronto e Frankfurt no topo da lista.

Cidades como Zurique, Amesterdão ou Tóquio estão também no topo da lista e a ganhar terreno. São assim aquelas que apresentam o maior risco de bolha imobiliária.
A subida de preços na habitação tem sido generalizada, com a maioria dos países desenvolvidos a registarem aumentos substanciais nos preços das casas. O mercado residencial tem-se tornado cada menos acessível às populações locais.
Acresce o cenário actual de subida de taxas de juro, não só na Europa mas também noutros continentes, adensando o risco de geração de bolhas imobiliárias em muitos locais.
Outras cidades, como Miami, Los Angeles e São Francisco, apesar de não estarem no nível máximo de risco de bolha imobiliária, registaram os maiores aumentos nominais de preços de venda, de entre as cidades analisadas pela UBS.
Na ponta oposta desta lista, encontramos Dubai, Varsóvia, Milão e São Paulo. Estas últimas 3 registaram, inclusive, uma queda nominal de preços no último ano.
O conjunto das cidades analisadas registou um aumento composto de preços de 10% no último ano, já depois de uma subida de 6% no ano passado.
Bons negócios (imobiliários)!







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