O investimento imobiliário na Alemanha caiu 14% durante o ano de 2020. Dados da consultora Savills apontam para uma quebra na ordem dos 14% no investimento imobiliário neste país, totalizando € 78,6 mil milhões.
Quer conhecer melhor o mercado imobiliário alemão?
Apesar da quebra, os números mostram que a Alemanha sentiu menos o impacto da pandemia do Covid-19 no investimento imobiliário. Se na Europa, essa queda foi de 27%, já o investimento imobiliário na Alemanha “só” caiu 14%.
O investimento em commercial real estate totalizou € 58,8 mil milhões, enquanto que o segmento residencial atraiu quase € 20 mil milhões.

A quebra no investimento em commercial real estate foi de 20%, acima do valor global do mercado. Os investidores procuram fundamentalmente imóveis que gerem segurança no cash-flow, mesmo em tempos de pandemia. Exemplos disso são activos de retalho alimentar, logística ou mesmo imóveis com arrendamentos de longo prazo a entidades públicas. Resiliência a choques externos parece ser a norma.
O segmento de escritórios continua a atrair a maior fatia do investimento realizado tendo inclusive gerado 7 das 10 maiores do ano.
Residencial ganha terreno
Por seu turno, o segmento residencial ganha terreno. Durante o ano de 2020 o investimento em habitação atingiu o segundo maior volume de sempre. Com os investidores à procura de uma certa segurança de cash-flow no longo prazo, é inevitável escapar ao investimento residencial.
As características que o investimento em arrendamento residencial oferecem ao investidor levarão, provavelmente, ainda a um maior aumento no investimento neste segmento.
Yields com comportamentos mistos

Fruto desta alteração na preferência por parte dos investidores, o mercado observou um comportamento misto nas yields. Se estes activos mais resilientes e mais procurados pelos investidores registaram uma quebra, já outros, como por exemplos os centros comerciais, viram uma subida de yields, de 4,3% para 5%.
O segmento de multi-familly apresenta a yield mais baixa de mercado, nos 2,4%, seguida dos escritórios com 2,8%.
Bons negócios (imobiliários)!







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